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PERCENTUAL DE DEVOLUÇÕES DE CHEQUES É O MAIS ALTO DESDE 1991


O percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos foi de 2,29% em julho de 2015, revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos.

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Mais difícil!

Senado aprova projeto que reduz desonerações da folha


Proposta aprovada é a mesma que passou pela Câmara dos Deputados.
Projeto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

Com 45 votos a favor e 27 contra, o Senado aprovou na última semana o projeto que reduz as desonerações da folha de pagamentos – o último item do ajuste fiscal do governo a tramitar no Congresso Nacional. O texto trancava a pauta do Senado desde a semana passada. A proposta votada pelos senadores foi a mesma aprovada na Câmara. O texto segue agora para sanção presidencial.


O projeto original, enviado pelo Executivo ao Congresso, aumenta a contribuição previdenciária que as empresas têm de pagar ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Diante das dificuldades para equilibrar as contas públicas, essa é mais uma tentativa do governo federal para ampliar a arrecadação.

Na Câmara, o texto aprovado pelos deputados prevê um aumento menor de tributo para as áreas de transportes, confecções, call center, empresas de comunicações e setor calçadista.

O projeto estabelece que empresas que pagam alíquota de 1% de contribuição previdenciária sobre a receita bruta ao INSS passarão a pagar 2,5%. Setores que hoje pagam alíquota de 2% passarão a contribuir com 4,5%.

Empresas de transporte rodoviário, ferroviário e metroferroviário de passageiros e empresas de call center, que antes pagavam alíquota de 2% passarão a pagar 3% da receita bruta ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Já o setor de vestuário, companhias de transporte aéreo, ferroviário e rodoviário de carga, de navegação de passageiros dentro do país, serviços de operações de carga, e companhias jornalísticas, de rádio e televisão, além dos fabricantes de vans e ônibus, que antes contribuíam ao INSS com 1% sobre o faturamento bruto, pagarão 1,5%.

Os únicos setores que terão a desoneração mantida são os que produzem alguns alimentos da cesta básica, entre os quais suínos, aves, peixes e pães, que continuarão pagando um percentual de 1%.

O Diretor Executivo do Sincomercio São José do Rio Preto, Ricardo Ismael Arroyo fez questão de falar sobre o assunto e mostrar o verdadeiro impacto dessa mudança principalmente nos setores de vestuário, confecções e calçadistas. “Já estamos sentindo na pele os impactos da crise, e esse reajuste fiscal, só piora a nossa situação. De alguns meses para cá, algumas lojas fecharam suas portas e outras reduziram o número de funcionários. Os custos com encargos trabalhistas estão muito altos, por isso o empresário que já está sobrecarregado acaba optando pela demissão. O governo precisa entender que esse tipo de reajuste só vai dificultar ainda mais a vida dos empresários.”



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