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Vendas do varejo na região de São José do Rio Preto recuam 1,6% em 2016, aponta Sincomercio Rio Preto

Segundo a assessoria econômica do Sincomercio Rio Preto, a consolidação dos dados das vendas reais do ano confirmou integralmente as projeções de estabilidade divulgadas a partir da metade de 2016 pela Federação, quanto ao movimento do comércio no ano e a interrupção do ciclo de quedas iniciado em 2014.

Das nove atividades pesquisadas, seis apresentaram resultados positivos em dezembro no comparativo com o mesmo mês de 2015, sendo as mais impactantes observadas em farmácias e perfumarias (14,2%), supermercados (9,8%) e concessionárias de veículos (6%), que juntas, contribuíram com 4,8 pontos porcentuais (p.p.) para o resultado geral.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). Em dezembro, o faturamento real do comércio varejista na região de São José do Rio Preto atingiu R$ 2,0 bilhões, crescimento de 3,1% na comparação com o mesmo mês de 2015. No acumulado de 2016, porém, houve recuo de -1,6% nas vendas. Apenas quatro, entre as 16 regiões analisadas, registraram queda nas vendas no ano passado.

Já as retrações foram observadas nos grupos de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (-10,5%), lojas de móveis e decoração (-0,7%) e lojas de vestuário, tecidos e calçados (-0,1%), que juntos, impactaram negativamente com 1,0 p.p. para o desempenho geral.

Das nove atividades pesquisadas, seis mostraram aumento em seu faturamento real em dezembro: autopeças e acessórios (16,1%), farmácias e perfumarias (15,8%), materiais de construção (8,6%), concessionárias de veículos (7,1%), outras atividades (3,2%) e supermercados (2,6%). Essas altas contribuíram para o resultado geral com 4,0 pontos porcentuais (p.p.).


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Sincomercio Rio Preto sedia reunião Coordenadoria Norte

Acontece hoje no Hotel Nacional Plazza In , de São José do Rio Preto,  a reunião com representantes do setor patronal do comércio da região se encontram para um debate preocupante sobre o setor de empregos no segmento. Para se ter uma ideia, o mercado de trabalho celetista do comércio varejista de São José do Rio Preto perdeu 1.003 vagas em 2016. Ressalta-se que dezembro do ano passado registrou saldo negativo (quando há mais desligamento do que admissões) de 140 postos de trabalho com carteira assinada.

A perda de vagas em 2016 foi praticamente 32 vezes maior do que a verificada nos 12 meses de 2015. Naquele ano, houve a extinção de apenas 30 vínculos trabalhistas formais no varejo do município.

Os dados fechados do ano no município provêm do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), órgão do Ministério do Trabalho.

 

Atividades

Em 2015, houve retração do mercado de trabalho em sete atividades do setor, com destaque negativo para os saldos das Lojas de Vestuário, Tecido e Calçados (-275 vagas) e das Lojas de Eletrodomésticos e Eletrônicos (-200 vagas). Por outro lado, dos setores varejistas consolidados, houve aumento da mão de obra das Farmácias e Perfumarias (+42 vagas) e crescimento do estoque dos Supermercados (+808 vagas). No fim daquele período, o estoque ativo ficou em 31.156 trabalhadores no varejo local.

 

Já em 2016, a perda de 1.003 vagas só não atingiu as Lojas de Eletrodomésticos, Eletrônicos e Departamentos (+3 vagas). A atividade que liderou em número de vagas o desempenho negativo do varejo foi a de Vestuário, Tecidos e Calçados (-385 vagas). Com esses dados, atualmente o estoque ativo do varejo local é formado por 30.153 celetistas.

 

O desempenho do mercado de trabalho do varejo de São José do Rio Preto repete o visto no âmbito estadual, com dois anos de perda de vagas, mas difere nas tendências destes períodos. Enquanto no Estado de São Paulo a perda de vagas em 2016 foi mais amena do que no ano anterior, no varejo rio-pretense houve grande aumento do saldo negativo. Tal realidade se justifica pelo fato de que o emprego formal demorou mais para demonstrar retração na esfera municipal, ficando a crise praticamente concentrada no ano de 2016 e sendo difundida em quase todas as atividades avaliadas. Já em São Paulo, houve distribuição dos fechamentos nos dois anos.

 

Para 2017, espera-se menores saldos, sendo eles positivos ou não, tanto no comércio varejista paulista quanto na cidade de São José do Rio Preto. Essa estabilidade projetada deve se dar em um primeiro semestre ainda muito negativo, com compensação nos últimos seis meses do ano. Boa



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