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Varejo da região de São José do Rio Preto volta a criar empregos!

Varejo da região de São José do Rio Preto volta a criar empregos formais em abril após quatro saldos mensais negativos, aponta FecomercioSP

Segundo a Entidade, foram abertos 12 postos de trabalho no mês, resultado de 2.407 admissões contra 2.395 desligamentos

Em abril, o comércio varejista na região de São José do Rio Preto abriu 12 postos de trabalho, resultado de 2.407 admissões contra 2.395 desligamentos. Em 12 meses, foram eliminados 491 empregos com carteira assinada, o que levou a um recuo de 0,6% do estoque de empregos em relação a abril de 2016. Com isso, o varejo da região apresentou estoque total de 79.039 trabalhadores. As informações são da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), elaborada com base nos dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, obtido com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Entre as nove atividades pesquisadas, apenas os segmentos de farmácias e perfumarias (1,6%), supermercados (1,0%) e lojas de móveis e decoração (0,3%) apresentaram crescimento no estoque de empregos em abril na comparação com o mesmo mês de 2016. Os recuos mais expressivos foram nas atividades de concessionárias de veículos (-5,4%), lojas de vestuário, tecidos e calçados (-3,0%) e autopeças e acessórios (-1,4%).

 

Desempenho estadual

O comércio varejista no Estado de São Paulo dá novas provas que o cenário econômico atual segue se recuperando e dando ânimo ao setor para contratar mais funcionários e esperar pelo aumento das vendas. Em abril, após quatro saldos mensais negativos consecutivos, o varejo paulista abriu 1,57 mil postos de trabalho, resultado de 66,83 mil admissões e 65,26 mil desligamentos – o melhor resultado para o mês desde 2012. Esse foi o primeiro saldo positivo desde novembro de 2016, quando impulsionado pela contratação de temporários para o Natal, o setor gerou 15.772 empregos. Com isso, o varejo paulista encerrou o mês de abril com 2.054.084 trabalhadores formais, queda de 0,9% na comparação com abril de 2016, e apesar de ainda ser negativa, essa taxa caiu pela décima vez seguida e de forma acelerada, já que, em junho de 2016, a taxa de retração do mercado de trabalho varejista paulista estava em 3,5%.


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Clima favorece vendas no setor do comércio varejista em Rio Preto

Neste ano, o frio colaborou para as vendas no setor de varejo de São José do Rio Preto. O Sincomercio acompanhou o balanço de algumas lojas na cidade e confirmou a projeção verificada no começo de junho, um aumento na casa dos 3% das vendas em relação a 2016. A estimativa no período que antecedeu a data foi um crescimento de 4,5% em relação a 2016, o que representa um ganho de aproximadamente R$ 1,9 bilhão.

Neste ano, o fator tempo foi o elemento que mais colaborou com os lojistas, principalmente os do segmento de vestuário e calçados. Uma data em que normalmente se presenteia, ganhou status diferente. Para uma lojista da área central de Rio Preto a surpresa veio com o frio. “Neste ano, nossa loja vendeu um pouco mais, não por conta da data romântica, e sim pelo frio que chegou de repente e pegou todo mundo desprevenido. E mesmo assim, vendemos mais roupas para uso pessoal do que para presentes”.

Levantamento realizado pela Entidade junto a cinco segmentos varejistas comprovou uma melhora no volume dos negócios. Todavia, o momento é de cautela para se mensurar estatísticas, haja vista que o estamos no meio do mês. O Diretor Executivo do Sincomercio Rio Preto, Ricardo Ismael Arroyo lembra que muitos fatores podem favorecer as vendas: “Ainda estamos na metade do mês; teremos um balanço mais fiel ao fim de junho”, afirma o empresário.

Foram pesquisados os setores de vestuário, perfumaria, eletrônicos, calçados e acessórios. O segmento de vestuário deveria movimentar R$ 564 milhões, uma alta de 3,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Se verificado esse desempenho, o ramo será o principal entre as vendas do período e representa 37% do total. A inflação já está abaixo dos 4%, enquanto em maio de 2016 estava em 9,3%.

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a expectativa é que R$ 1,65 bilhão seja movimentado no comércio. Caso esse número se confirme, será uma alta de 2,5% frente a 2016.



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