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Faturamento do comércio eletrônico na região de São José do Rio Preto atinge R$ 356,8 milhões em 2016

O faturamento real do comércio eletrônico na região de São José do Rio Preto atingiu R$ 356,8 milhões em 2016, queda de 8,7% em relação ao ano anterior. Os dados são da pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), realizada por meio do seu Conselho de Comércio Eletrônico, em parceria com a Ebit.

Em 2016 foram registrados 885 mil de pedidos na região, retração de 4,1% na comparação com 2015 (923 mil) com tíquete médio de R$ 403,28 ante R$ 423,54 observados em 2015. Já a participação do e-commerce no faturamento do varejo geral foi de 1,9% em 2016.

Ainda de acordo com a pesquisa, no quarto trimestre de 2016, o comércio eletrônico faturou R$ 110,6 milhões na região de São José do Rio Preto, alta de 6,9% em relação ao mesmo período de 2015. O tíquete médio (faturamento por pedido) caiu 13,7% ao passar de R$ 433,52 no quarto trimestre de 2015 para R$ 374,04 no mesmo período de 2016, o segundo menor entre as 16 regiões pesquisadas.

Já a participação do e-commerce no faturamento do varejo geral subiu 0,1 p.p. ao passar de 2,0% para 2,1%, sendo a segunda menor taxa do Estado empatada com a região de Marília.

Desempenho Estadual

O ano de 2016 foi intenso e repleto de altos e baixos para toda a economia nacional e não foi diferente para o comércio eletrônico do Estado de São Paulo. O setor iniciou o ano em baixa, com queda de 7,4% no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior; já no segundo trimestre, as receitas registraram alta de 1,4%, voltando a cair no terceiro trimestre, com recuo de 6,6% na mesma base comparativa. Por fim, no 4º trimestre do ano o setor voltou a crescer, com faturamento real de R$ 5 bilhões, apontando alta de 5,7% na comparação com o quarto trimestre de 2015.

No acumulado de 2016, as vendas do comércio eletrônico paulista registraram queda de 1,4% – segundo ano consecutivo de desempenho negativo no acumulado do ano.

A participação do e-commerce nas vendas do varejo paulista no quarto trimestre ficou em 3,1%, leve alta de 0,1 ponto porcentual (p.p.) na comparação com o mesmo período de 2015. Já o número de pedidos, no período, caiu 3,2%: de 12,413 milhões no quarto trimestre de 2015, para 12,014 no mesmo período de 2016. O valor médio por pedido subiu 9,2%, passando dos R$ 381,52 para R$ 416,64, no comparativo com o quarto trimestre de 2015.

Para o presidente do Sincomercio Rio Preto, Ricardo Eladio Arroyo, as vendas do comércio eletrônico paulista encerraram o último ano com recuo em seu faturamento real, porém mostrou recuperação no quarto trimestre do ano em virtude do aquecimento provocado pelas vendas de novembro, decorrentes da Black Friday.

 

 


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Preços dos chocolates sobem 12,61% em um ano e devem encarecer ovos de Páscoa, aponta Sincomercio Rio Preto

De acordo com levantamento realizado pelo Sincomercio Rio Preto e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a Páscoa será mais custosa para o consumidor, do que foi no ano passado. Mesmo que a inflação esteja em patamares mais amenos (4,57% no acumulado dos últimos 12 meses), os preços dos itens mais utilizados na data, como chocolates e pescados, subiram. Os chocolates em barra e bombons acumulam alta de 12,61% em um ano, o que não deve impulsionar de forma significativa a venda dos ovos de Páscoa, especialmente porque seus preços em quilo costumam superar muito o preço de uma mesma quantidade de chocolate em barra. Já os pescados se encontram 9,28% mais caros, em média, do que estavam na data do ano passado. A pesquisa foi realizada com base nos dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Mesmo com a alta nos preços neste ano, alguns itens, que foram vilões da ceia de Páscoa no passado, podem ser encontrados com preços bem mais em conta. A cebola e a batata inglesa, por exemplo, que registraram aumento de 60,59% e 34,18% em 2015, no acumulado dos últimos doze meses até março de 2017 exibiram quedas de 51,15% e 42,14%, respectivamente em seus preços. Outros quatro produtos também estão mais baratos do que o mesmo período do ano passado: pimentão (-27,3%), tomate (-26,92%), brócolis (-8,65%) e alho (-9,46%). Além dos chocolates e pescados, os itens de outras bebidas alcoólicas, com exceção das cervejas (11,16%) e os ovos de galinha (6,27%) complementam a lista de produtos consumidos na Páscoa que sofreram aumento de preços no acumulado dos últimos doze meses.



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