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Sincomercio Rio Preto sinaliza preocupação com obras na cidade que prejudicam vendas varejistas

O drama dos comerciantes da área central de São José do Rio Preto teve início em 2013, e como a via pública, afundou todas as expectativas e as vendas dos comerciantes naquela região. O que era para estar pronto em agosto de 2015, ainda se arrasta pelo calendário, causando muitos prejuízos, inclusive fechamentos de lojas, o que colabora com o cenário da crise econômica na cidade.

No ano passado, uma cratera de quase 100 metros de comprimento sumiu com o canteiro central, parte do asfalto e interditou quatro quarteirões da avenida, da Rua Pedro Amaral até a Siqueira Campos.

Para os comerciantes, o principal problema está sendo o fluxo. As obras do começo da avenida, próximas da Rodovia Washington Luís ainda atrapalham os negócios. Uma dessas empresárias, Cláudia Maria Romão, da Center Eletrônico Rio Preto, ainda vê prejuízos de até 40% com as vendas. “Tem muita gente, principalmente de fora, que ao chegar na cidade por aquele trajeto, acredita que as Lojas estão fechadas e desviam a rota”.Isso tem atrapalhado e muito o nosso planejamento de vendas.

Para outro empresário do setor varejista de alimentos, que possui duas empresas nas principais vias de acesso da cidade (Bady Bassit e Alberto Andaló) o prejuízo foi ainda maior. Nos últimos anos, foram milhões de prejuízo e uma queda nas vendas em mais de 80%. Ainda estamos trabalhando com muita dificuldade e sentindo o reflexo da interdição. Minha empresa chegou a ficar fechada por muitos meses, e todos os encargos vencendo. Ainda estamos passando por problemas mas a prefeitura da cidade não está dando o respaldo que deveria”, afirma o empresário.

Para ele, o percentual de queda chegou a 80% nos períodos mais intensos da interdição. “São prejuízos que não seremos ressarcidos. O jeito é continuarmos a trabalhar”, conclui o varejista, que possui mais de 200 funcionários nas duas lojas.


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Confiança do comerciante alcança 98,4 pontos em março, maior patamar desde 2015

Após dois meses consecutivos de queda, motivada principalmente por aspectos sazonais, os empresários se mostraram mais confiantes em março. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) registrou alta de 6,1% ao passar de 92,7 pontos em fevereiro para 98,4 pontos no mês - maior patamar desde janeiro de 2015. Na comparação com o mesmo mês de 2016, o crescimento foi ainda maior, de 29,7%. Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o ICEC varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

De acordo com a pesquisa, o ICEC das empresas com até 50 funcionários cresceu 6,4%, passando dos 92,2 para 98,1 pontos em março. Já nas grandes companhias com mais de 50 empregados houve queda de 3,1%, quando o índice passou dos 113,1 pontos em fevereiro para 109,5 pontos no mês - porém, ainda se mantém no patamar de otimismo, acima dos 100 pontos. Na comparação anual, tanto pequenas como grandes empresas registraram crescimento na confiança em março, 29,9% e 20,7%, respectivamente.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, tradicionalmente, as grandes empresas se mantém mais confiantes do que as pequenas, com diferencial positivo de confiança menor neste mês, mas considerando que as grandes empresas são uma parte menor da amostra, os dados tendem a ser mais voláteis mesmo.

Indicadores
Os três quesitos que compõe o ICEC registraram resultados positivos na passagem de fevereiro para março. As avaliações dos empresários no que diz respeito às condições econômicas atuais foi o quesito que mais influenciou no resultado do indicador. O Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) foi o que apresentou maior crescimento no mês, com alta de 14,2% ao passar de 59,7 em fevereiro para 68,2 pontos em março, e elevação de 67,2% na comparação interanual. Já o Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (IEEC) avançou 4,8% ao passar de 140,1 em fevereiro para 146,8 pontos em março e, no comparativo anual, o índice registrou alta de 26,0%. Por fim, o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) subiu 2,3%, passando de 78,2 em fevereiro para 80,0 pontos em março e 14,0% na comparação com o mesmo mês de 2016.

Para o presidente do Sincomercio Rio Preto, Ricardo Eladio Arroyo, após oito altas consecutivas (entre maio e dezembro do ano passado), o ICEC caiu em janeiro e fevereiro. “Estes números já eram esperados, por conta da sazonalidade do período, que sucede as festas de fim de ano, férias e carnaval, em que sempre há um ajuste nas perspectivas de contratação e investimento”, ressalta o presidente.

A queda da inflação e a gradual retração dos juros, segundo a Entidade, influenciaram as expectativas e o ânimo dos empresários. “Após o primeiro semestre deste ano tudo indica que pode haver um processo de recuperação mais consistente do lado real da economia e com isso uma retomada mais sustentável da confiança de empresários e consumidores, já na segunda metade de 2017”, conclui Ricardo Arroyo, que ainda aguarda com cautela os desdobramentos da votação sobre a Reforma trabalhista.



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