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Notícias Sincomércio Rio Preto

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SINCOMERCIO e FecomercioSP reafirmam sua posição contrária a qualquer elevação de impostos

SINCOMERCIO e FecomercioSP reafirmam sua posição contrária a qualquer elevação de impostos

 

Para o Sincomercio novos impostos colocam em risco a viabilidade financeira de micros e pequenas empresas, justamente num momento em que a economia necessita da força desse setor para atenuar a taxa recorde de 13 milhões de desempregados

 

São Paulo, 17 de agosto de 2017 – Como entidade representativa de milhões de micros e pequenas empresas dos setores de serviço, comércio e turismo, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) mais uma vez reafirma ser frontalmente contra a intenção de aumento dos tributos em 2018 e, principalmente, a criação de novos impostos para vigorar em 2017, em especial tributando lucros e dividendos. Para o Sincomercio e a Federação, tais intenções devem impactar negativamente sobre as micros e pequenas e empresas, colocando em risco, em muitos casos, até mesmo a sua viabilidade financeira.

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Lei Autoriza Diferenciação de Preços

LEI Nº 13.455, DE 26 DE JUNHO DE 2017.

Conversão da Medida Provisória nº 764, de 2016

Dispõe sobre a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado, e altera a Lei no 10.962, de 11 de outubro de 2004.

Art. 1o  Fica autorizada a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado.

Parágrafo único. É nula a cláusula contratual, estabelecida no âmbito de arranjos de pagamento ou de outros acordos para prestação de serviço de pagamento, que proíba ou restrinja a diferenciação de preços facultada no caput deste artigo.

Art. 2o  A Lei no 10.962, de 11 de outubro de 2004, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 5o-A:

“Art. 5º-A.  O fornecedor deve informar, em local e formato visíveis ao consumidor, eventuais descontos oferecidos em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado.

Parágrafo único. Aplicam-se às infrações a este artigo as sanções previstas na Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990.”

Art. 3o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 26 de junho de 2017; 196o da Independência e 129o da República.


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Varejo da região de São José do Rio Preto volta a criar empregos!

Varejo da região de São José do Rio Preto volta a criar empregos formais em abril após quatro saldos mensais negativos, aponta FecomercioSP

Segundo a Entidade, foram abertos 12 postos de trabalho no mês, resultado de 2.407 admissões contra 2.395 desligamentos

Em abril, o comércio varejista na região de São José do Rio Preto abriu 12 postos de trabalho, resultado de 2.407 admissões contra 2.395 desligamentos. Em 12 meses, foram eliminados 491 empregos com carteira assinada, o que levou a um recuo de 0,6% do estoque de empregos em relação a abril de 2016. Com isso, o varejo da região apresentou estoque total de 79.039 trabalhadores. As informações são da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), elaborada com base nos dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, obtido com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Entre as nove atividades pesquisadas, apenas os segmentos de farmácias e perfumarias (1,6%), supermercados (1,0%) e lojas de móveis e decoração (0,3%) apresentaram crescimento no estoque de empregos em abril na comparação com o mesmo mês de 2016. Os recuos mais expressivos foram nas atividades de concessionárias de veículos (-5,4%), lojas de vestuário, tecidos e calçados (-3,0%) e autopeças e acessórios (-1,4%).

 

Desempenho estadual

O comércio varejista no Estado de São Paulo dá novas provas que o cenário econômico atual segue se recuperando e dando ânimo ao setor para contratar mais funcionários e esperar pelo aumento das vendas. Em abril, após quatro saldos mensais negativos consecutivos, o varejo paulista abriu 1,57 mil postos de trabalho, resultado de 66,83 mil admissões e 65,26 mil desligamentos – o melhor resultado para o mês desde 2012. Esse foi o primeiro saldo positivo desde novembro de 2016, quando impulsionado pela contratação de temporários para o Natal, o setor gerou 15.772 empregos. Com isso, o varejo paulista encerrou o mês de abril com 2.054.084 trabalhadores formais, queda de 0,9% na comparação com abril de 2016, e apesar de ainda ser negativa, essa taxa caiu pela décima vez seguida e de forma acelerada, já que, em junho de 2016, a taxa de retração do mercado de trabalho varejista paulista estava em 3,5%.


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Clima favorece vendas no setor do comércio varejista em Rio Preto

Neste ano, o frio colaborou para as vendas no setor de varejo de São José do Rio Preto. O Sincomercio acompanhou o balanço de algumas lojas na cidade e confirmou a projeção verificada no começo de junho, um aumento na casa dos 3% das vendas em relação a 2016. A estimativa no período que antecedeu a data foi um crescimento de 4,5% em relação a 2016, o que representa um ganho de aproximadamente R$ 1,9 bilhão.

Neste ano, o fator tempo foi o elemento que mais colaborou com os lojistas, principalmente os do segmento de vestuário e calçados. Uma data em que normalmente se presenteia, ganhou status diferente. Para uma lojista da área central de Rio Preto a surpresa veio com o frio. “Neste ano, nossa loja vendeu um pouco mais, não por conta da data romântica, e sim pelo frio que chegou de repente e pegou todo mundo desprevenido. E mesmo assim, vendemos mais roupas para uso pessoal do que para presentes”.

Levantamento realizado pela Entidade junto a cinco segmentos varejistas comprovou uma melhora no volume dos negócios. Todavia, o momento é de cautela para se mensurar estatísticas, haja vista que o estamos no meio do mês. O Diretor Executivo do Sincomercio Rio Preto, Ricardo Ismael Arroyo lembra que muitos fatores podem favorecer as vendas: “Ainda estamos na metade do mês; teremos um balanço mais fiel ao fim de junho”, afirma o empresário.

Foram pesquisados os setores de vestuário, perfumaria, eletrônicos, calçados e acessórios. O segmento de vestuário deveria movimentar R$ 564 milhões, uma alta de 3,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Se verificado esse desempenho, o ramo será o principal entre as vendas do período e representa 37% do total. A inflação já está abaixo dos 4%, enquanto em maio de 2016 estava em 9,3%.

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a expectativa é que R$ 1,65 bilhão seja movimentado no comércio. Caso esse número se confirme, será uma alta de 2,5% frente a 2016.


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Vendas do varejo paulista em maio, mês do Dia das Mães, devem crescer 4% em relação ao mesmo período de 2016

Segundo projeção do Sincomercio Rio Preto e FecomercioSP, a queda da inflação, os cortes nos juros e a elevação das exportações motivam a melhoria nos indicadores de confiança dos consumidores e empresários

Pesquisas preliminares no comércio de Rio Preto e de acordo com a FecomercioSP, as vendas do varejo paulista, devem registrar crescimento em maio, mês do Dia das Mães. O comércio varejista do Estado deve faturar R$ 50 bilhões no mês, alta de 4% na comparação com maio de 2016.

 

O crescimento esperado em maio na venda de eletrodomésticos e eletrônicos. A atividade que tende a mostrar a alta mais vigorosa em maio, segundo as projeções, deverá ser, mais uma vez, a de farmácias e perfumarias, cujo movimento deve alcançar taxa de crescimento de dois dígitos no mês.

 

Ricardo Eladio Arroyo, presidente do Sincomercio Rio Preto acredita que o bom desempenho esperado para o varejo no mês do Dia das Mães não deve ser totalmente creditado a um aumento expressivo de vendas na data comemorativa, mas sim a uma combinação de fatores específicos que estão marcando o atual processo de normalização do ritmo da atividade varejista.


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Faturamento do comércio eletrônico na região de São José do Rio Preto atinge R$ 356,8 milhões em 2016, registra Sincomercio Rio Preto

O faturamento real do comércio eletrônico na região de São José do Rio Preto atingiu R$ 356,8 milhões em 2016, queda de 8,7% em relação ao ano anterior. Os dados são da pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FECOMERCIOSP), realizada por meio do seu Conselho de Comércio Eletrônico, em parceria com a Ebit.

A tendência é de melhora nos próximos meses, haja vista que grande parte dos agentes (consumidores e empresários) sinaliza um aumento em seu nível de confiança, bem como uma maior estabilidade nos preços dos produtos básicos e uma redução nas taxas de juros que deve se perpetuar ao longo do ano. As vendas do comércio eletrônico paulista encerraram o último ano com recuo em seu faturamento real, com ligeira recuperação no quarto trimestre do ano em virtude do aquecimento provocado pelas vendas de novembro, decorrentes da Black Friday.

A participação do e-commerce nas vendas do varejo paulista no quarto trimestre ficou em 3,1%, leve alta de 0,1 ponto porcentual (p.p.) na comparação com o mesmo período de 2015. Já o número de pedidos, no período, caiu 3,2%: de 12,413 milhões no quarto trimestre de 2015, para 12,014 no mesmo período de 2016.

Desempenho Estadual Já a participação do e-commerce no faturamento do varejo geral subiu 0,1 p.p. ao passar de 2,0% para 2,1%, sendo a segunda menor taxa do Estado empatada com a região de Marília.  Ainda de acordo com a pesquisa, no quarto trimestre de 2016, o comércio eletrônico faturou R$ 110,6 milhões na região de São José do Rio Preto, alta de 6,9% em relação ao mesmo período de 2015. O tíquete médio (faturamento por pedido) caiu 13,7% ao passar de R$ 433,52 no quarto trimestre de 2015 para R$ 374,04 no mesmo período de 2016, o segundo menor entre as 16 regiões pesquisadas. Em 2016 foram registrados 885 mil de pedidos na região, retração de 4,1% na comparação com 2015 (923 mil) com tíquete médio de R$ 403,28 ante R$ 423,54 observados em 2015. Já a participação do e-commerce no faturamento do varejo geral foi de 1,9% em 2016.


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Preços dos chocolates sobem 12,61% em um ano e devem encarecer ovos de Páscoa, aponta Sincomercio Rio Preto

De acordo com levantamento realizado pelo Sincomercio Rio Preto e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a Páscoa será mais custosa para o consumidor, do que foi no ano passado. Mesmo que a inflação esteja em patamares mais amenos (4,57% no acumulado dos últimos 12 meses), os preços dos itens mais utilizados na data, como chocolates e pescados, subiram. Os chocolates em barra e bombons acumulam alta de 12,61% em um ano, o que não deve impulsionar de forma significativa a venda dos ovos de Páscoa, especialmente porque seus preços em quilo costumam superar muito o preço de uma mesma quantidade de chocolate em barra. Já os pescados se encontram 9,28% mais caros, em média, do que estavam na data do ano passado. A pesquisa foi realizada com base nos dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Mesmo com a alta nos preços neste ano, alguns itens, que foram vilões da ceia de Páscoa no passado, podem ser encontrados com preços bem mais em conta. A cebola e a batata inglesa, por exemplo, que registraram aumento de 60,59% e 34,18% em 2015, no acumulado dos últimos doze meses até março de 2017 exibiram quedas de 51,15% e 42,14%, respectivamente em seus preços. Outros quatro produtos também estão mais baratos do que o mesmo período do ano passado: pimentão (-27,3%), tomate (-26,92%), brócolis (-8,65%) e alho (-9,46%). Além dos chocolates e pescados, os itens de outras bebidas alcoólicas, com exceção das cervejas (11,16%) e os ovos de galinha (6,27%) complementam a lista de produtos consumidos na Páscoa que sofreram aumento de preços no acumulado dos últimos doze meses.


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Sincomercio Rio Preto sinaliza preocupação com obras na cidade que prejudicam vendas varejistas

O drama dos comerciantes da área central de São José do Rio Preto teve início em 2013, e como a via pública, afundou todas as expectativas e as vendas dos comerciantes naquela região. O que era para estar pronto em agosto de 2015, ainda se arrasta pelo calendário, causando muitos prejuízos, inclusive fechamentos de lojas, o que colabora com o cenário da crise econômica na cidade.

No ano passado, uma cratera de quase 100 metros de comprimento sumiu com o canteiro central, parte do asfalto e interditou quatro quarteirões da avenida, da Rua Pedro Amaral até a Siqueira Campos.

Para os comerciantes, o principal problema está sendo o fluxo. As obras do começo da avenida, próximas da Rodovia Washington Luís ainda atrapalham os negócios. Uma dessas empresárias, Cláudia Maria Romão, da Center Eletrônico Rio Preto, ainda vê prejuízos de até 40% com as vendas. “Tem muita gente, principalmente de fora, que ao chegar na cidade por aquele trajeto, acredita que as Lojas estão fechadas e desviam a rota”.Isso tem atrapalhado e muito o nosso planejamento de vendas.

Para outro empresário do setor varejista de alimentos, que possui duas empresas nas principais vias de acesso da cidade (Bady Bassit e Alberto Andaló) o prejuízo foi ainda maior. Nos últimos anos, foram milhões de prejuízo e uma queda nas vendas em mais de 80%. Ainda estamos trabalhando com muita dificuldade e sentindo o reflexo da interdição. Minha empresa chegou a ficar fechada por muitos meses, e todos os encargos vencendo. Ainda estamos passando por problemas mas a prefeitura da cidade não está dando o respaldo que deveria”, afirma o empresário.

Para ele, o percentual de queda chegou a 80% nos períodos mais intensos da interdição. “São prejuízos que não seremos ressarcidos. O jeito é continuarmos a trabalhar”, conclui o varejista, que possui mais de 200 funcionários nas duas lojas.


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Confiança do comerciante alcança 98,4 pontos em março, maior patamar desde 2015

Após dois meses consecutivos de queda, motivada principalmente por aspectos sazonais, os empresários se mostraram mais confiantes em março. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) registrou alta de 6,1% ao passar de 92,7 pontos em fevereiro para 98,4 pontos no mês - maior patamar desde janeiro de 2015. Na comparação com o mesmo mês de 2016, o crescimento foi ainda maior, de 29,7%. Apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o ICEC varia de zero (pessimismo total) a 200 pontos (otimismo total).

De acordo com a pesquisa, o ICEC das empresas com até 50 funcionários cresceu 6,4%, passando dos 92,2 para 98,1 pontos em março. Já nas grandes companhias com mais de 50 empregados houve queda de 3,1%, quando o índice passou dos 113,1 pontos em fevereiro para 109,5 pontos no mês - porém, ainda se mantém no patamar de otimismo, acima dos 100 pontos. Na comparação anual, tanto pequenas como grandes empresas registraram crescimento na confiança em março, 29,9% e 20,7%, respectivamente.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, tradicionalmente, as grandes empresas se mantém mais confiantes do que as pequenas, com diferencial positivo de confiança menor neste mês, mas considerando que as grandes empresas são uma parte menor da amostra, os dados tendem a ser mais voláteis mesmo.

Indicadores
Os três quesitos que compõe o ICEC registraram resultados positivos na passagem de fevereiro para março. As avaliações dos empresários no que diz respeito às condições econômicas atuais foi o quesito que mais influenciou no resultado do indicador. O Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) foi o que apresentou maior crescimento no mês, com alta de 14,2% ao passar de 59,7 em fevereiro para 68,2 pontos em março, e elevação de 67,2% na comparação interanual. Já o Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (IEEC) avançou 4,8% ao passar de 140,1 em fevereiro para 146,8 pontos em março e, no comparativo anual, o índice registrou alta de 26,0%. Por fim, o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) subiu 2,3%, passando de 78,2 em fevereiro para 80,0 pontos em março e 14,0% na comparação com o mesmo mês de 2016.

Para o presidente do Sincomercio Rio Preto, Ricardo Eladio Arroyo, após oito altas consecutivas (entre maio e dezembro do ano passado), o ICEC caiu em janeiro e fevereiro. “Estes números já eram esperados, por conta da sazonalidade do período, que sucede as festas de fim de ano, férias e carnaval, em que sempre há um ajuste nas perspectivas de contratação e investimento”, ressalta o presidente.

A queda da inflação e a gradual retração dos juros, segundo a Entidade, influenciaram as expectativas e o ânimo dos empresários. “Após o primeiro semestre deste ano tudo indica que pode haver um processo de recuperação mais consistente do lado real da economia e com isso uma retomada mais sustentável da confiança de empresários e consumidores, já na segunda metade de 2017”, conclui Ricardo Arroyo, que ainda aguarda com cautela os desdobramentos da votação sobre a Reforma trabalhista.


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Sincomercio Rio Preto integra campanha nacional em prol da Reforma Trabalhista

O Sincomercio – Sindicato do comércio varejista de São José do Rio Preto integra, juntamente com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), uma campanha nacional a fim de ampliar a discussão sobre a necessidade da Modernização das Leis Trabalhistas para o desenvolvimento do País. O foco da ação é abrir um canal de comunicação entre empregadores, empregados e sociedade em geral para um debate democrático a respeito dos temas sensíveis abordados pelo projeto e que merecem um espaço para esclarecimento e reflexão.

O ponto de partida para a criação da campanha, que também conta com a participação do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da Entidade, foi justamente a percepção de que as propostas em tramitação na Câmara dos Deputados devem ser colocadas de maneira que exemplifiquem, na prática, que a modernização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) se faz necessária, tendo em vista a evolução do mercado profissional frente às novas tecnologias e formas de trabalho.

A campanha será veiculada nos principais veículos de mídia de alcance nacional, sob três frentes: publicidade, estudos e reportagens, com a participação de especialistas de diferentes segmentos da economia.

Histórico

O cenário atual denota a urgente necessidade de modernizar o mercado de trabalho brasileiro, pautado por uma legislação da década de 1940 e que não condiz com a realidade econômica do país.

Na visão do Sincomercio Rio Preto, o Brasil encareceu em demasia o ato de empregar. Não só financeiramente com taxas, tributos, impostos e multas na eventual demissão, mas também na burocracia (a quantidade de informações, relatórios e exigências legais que as empresas devem proceder para formalizar um empregado no País é assustadora). Além disso, há o custo incerto e imensurável do risco trabalhista, dado que o País é recordista absoluto de litígios na área.

 

A burocracia cobra seu preço no Brasil, fato que leva a Justiça do Trabalho a receber mais de três milhões de processos trabalhistas por ano, que poderiam ser resolvidos na esfera extrajudicial, por meio da mediação ou até mesmo da arbitragem, o que não é exigido pela CLT. Em dados comparativos com outros países que também possuem Justiças do Trabalho estruturadas, enquanto no Brasil as empresas acumulam mais de três milhões de ações trabalhistas por ano, em países como Japão (2 mil/ano), França (70 mil/ano) e Estados Unidos (75 mil/ano) os números são substancialmente menores.

É de se estranhar a dificuldade em fazer a Justiça do Trabalho entender que os acordos entre as partes são legítimos e devem ser privilegiados. As relações trabalhistas no Brasil são reguladas pelos sindicatos das categorias, do lado patronal e laboral. Portanto, não há que se falar em hipossuficiência do trabalhador, como possível razão para que um juiz desconsidere um acordo, julgando-o leonino ou atribuindo opressão de uma das partes sobre a outra com base no poder econômico e de informação.

Esse impasse dificulta a livre escolha de emprego, como nos casos do trabalho em feriados e de horas extras, quando os empregados querem trabalhar mais, recebem por isso, as empresas desejam contar com a força de trabalho já treinada, mas ambos, muitas vezes, são impedidos por lei de crescerem em suas profissões e de se situarem em posição melhor do que a permitida meramente por uma legislação que não reflete a necessidade dos tempos atuais

Outro problema que inviabiliza um salto de qualidade e de quantidade de contratações no Brasil são as várias restrições existentes à terceirização. Essa modalidade é de certa forma o que há de mais moderno em extrair o máximo potencial produtivo, gerando elevada competitividade e reduzindo o custo unitário da produção. A atividade pode elevar a eficiência de cada empresa e, portanto, da economia, porém, são tantos os riscos e obstáculos que essa modalidade de contratação enfrenta no Brasil, que muitos empregadores deixam de expandir seus negócios pela falta de segurança jurídica.

Os custos de um trabalhador para a empresa também são desestimuladores para a geração de emprego no País. Hoje, um funcionário custa o dobro do que ele recebe. O preço de empregar está subindo continuamente no Brasil, sem que o salário recebido esteja efetivamente acompanhando essa elevação. Como resultado, o trabalhador encontra cada vez menos oferta de emprego.

De forma geral, o Sincomercio Rio Preto apoia a Reforma Trabalhista, que possibilitará que os representantes atendam as necessidades de seus representados, sem que haja a indevida intervenção do setor público sobre a relação entre Capital e Trabalho, que gera insegurança jurídica e custos não suportados pela economia nacional. Em um ambiente mais leve que crie menos riscos, menos obrigações burocráticas, custe menos, seja mais flexível e aceite cada vez mais a negociação sobre o que está legislado no passado, fica muito mais fácil a absorção da mão de obra e a eliminação do maior problema social e econômico do Brasil atual: o desemprego.

A Reforma Trabalhista não trata da retirada de direitos (que sequer existem na informalidade ou no desalento do desemprego), mas sim de garantir a modernização das relações do trabalho de acordo com os processos e com os níveis de informação e produtividade exigidos no século XXI.

Saiba mais

Para compreender todos os pontos da Reforma Trabalhista proposta pelo Governo, a FecomercioSP elaborou a cartilha Modernizando as Relações de Trabalho, que indica todas as distorções presentes na atual legislação trabalhista brasileira. Aponta, ainda, as principais medidas que ajudariam a criar um ambiente de livre negociação das condições de trabalho entre as partes interessadas e juridicamente seguro. O material pode ser acessado na íntegra pelo link:

http://www.fecomercio.com.br/upload/file/2017/03/08/cartilha_modernizacao_trabalho_tela.pdf

 


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SINCOMERCIO RIO PRETO ORIENTA EMPRESAS SOBRE COBRANÇA EM CARTÕES DE CRÉDITO

O Sincomercio Rio Preto promove campanha de orientação sobre o uso da cobrança dos cartões de crédito. Lei estadual de n 16.120, de 18 de janeiro de 2016 “Veda aos estabelecimentos comerciais a exigência de valor mínimo para compras com cartão de crédito ou débito”.

O artigo 2 da referida Lei prega que o não cumprimento desta lei sujeitará o infrator pena de multa, que será revertida para a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor - PROCON. O Projeto de Lei nº 752/11 é de autoria da deputada Leci Brandão.


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Empresário do interior de São Paulo tem programa para economizar até 18% em folha de pagamento

 

Uma grande notícia para os empresários da categoria Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). Até o próximo dia 30 de março, com a adesão ao REPIS - Regime Especial de Piso Salarial, poderão ser praticados valores de pisos salariais diferenciados dos atuados pelas demais empresas. Trata-se de uma economia para o bolso do empregador de aproximadamente 18% na folha de pagamento.

Este benefício é válido apenas para as empresas estabelecidas no interior do Estado de São Paulo, que estiverem em dia com o recolhimento das taxas junto às entidades sindicais da categoria. Trata-se de uma cláusula que consta na norma coletiva aplicável aos comerciários do interior.

A adesão ao programa autoriza a redução dos pisos salariais com a finalidade de atendimento às características especiais deste segmento, bem como de incentivo ao crescimento e desenvolvimento da categoria econômica específica na relação empregado/empregador.

Veja aqui uma tabela de simulação dos dados do Repis e como podem se aplicar a sua empresa.

PISOS REPIS

Empresas de Pequeno Porte (EPP)

a) Piso salarial de ingresso          R$ 1.128,00

b) Empregados em geral             R$ 1.259,00

c) Operador de Caixa     R$ 1.352,00

d) Faxineiro e Copeiro  R$ 1.107,00

e) Office boy e empacotador    R$ 933,00

f) Garantia do comissionista       R$ 1.480,00

Microempresas (ME)

a) Piso salarial de ingresso          R$ 1.070,00

b) Empregados em geral             R$ 1.203,00

c) Operador de Caixa     R$ 1.311,00

d) Faxineiro e Copeiro  R$ 1.079,00

e) Office boy e empacotador    R$ 933,00

f) Garantia do comissionista       R$ 1.409,00

 

PISOS EMPRESA QUE NÃO ADERIRAM AO REPIS

I - Empresas em geral:

a) empregados em geral             R$ 1.313,00

b) operador de caixa     R$ 1.409,00

c) faxineiro e copeiro    R$ 1.158,00

d) office boy e empacotador     R$ 933,00

e) garantia do comissionista       R$ 1.539,00

II - Feirantes e ambulantes:

Empregados em geral.  R$ 1.313,00

 

III – Microempreendedor Individual – MEI:

a) piso salarial de ingresso.         R$ 1.070,00

b) empregados em geral             R$ 1.201,00


O Regime Especial de Piso Salarial (REPIS) está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho para dar tratamento diferenciado e favorecido às Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP).

Em caso de dúvidas entre em contato pelo telefone (17) 3211-4145.


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Vendas do varejo na região de São José do Rio Preto recuam 1,6% em 2016, aponta Sincomercio Rio Preto

Segundo a assessoria econômica do Sincomercio Rio Preto, a consolidação dos dados das vendas reais do ano confirmou integralmente as projeções de estabilidade divulgadas a partir da metade de 2016 pela Federação, quanto ao movimento do comércio no ano e a interrupção do ciclo de quedas iniciado em 2014.

Das nove atividades pesquisadas, seis apresentaram resultados positivos em dezembro no comparativo com o mesmo mês de 2015, sendo as mais impactantes observadas em farmácias e perfumarias (14,2%), supermercados (9,8%) e concessionárias de veículos (6%), que juntas, contribuíram com 4,8 pontos porcentuais (p.p.) para o resultado geral.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). Em dezembro, o faturamento real do comércio varejista na região de São José do Rio Preto atingiu R$ 2,0 bilhões, crescimento de 3,1% na comparação com o mesmo mês de 2015. No acumulado de 2016, porém, houve recuo de -1,6% nas vendas. Apenas quatro, entre as 16 regiões analisadas, registraram queda nas vendas no ano passado.

Já as retrações foram observadas nos grupos de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (-10,5%), lojas de móveis e decoração (-0,7%) e lojas de vestuário, tecidos e calçados (-0,1%), que juntos, impactaram negativamente com 1,0 p.p. para o desempenho geral.

Das nove atividades pesquisadas, seis mostraram aumento em seu faturamento real em dezembro: autopeças e acessórios (16,1%), farmácias e perfumarias (15,8%), materiais de construção (8,6%), concessionárias de veículos (7,1%), outras atividades (3,2%) e supermercados (2,6%). Essas altas contribuíram para o resultado geral com 4,0 pontos porcentuais (p.p.).


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PRAZO PARA O REPIS TERMINA DIA 30

O Regime Especial de Piso Salarial (REPIS) está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho para dar tratamento diferenciado e favorecido às Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), definidas pela Lei Complementar nº 123/06, que instituiu o Simples Nacional.

Como funciona?

Na prática, as empresas que aderirem ao REPIS poderão praticar valores de pisos salariais diferenciados daqueles praticados pelas demais empresas, não enquadradas na Lei do Simples.

No momento, apenas as empresas estabelecidas no interior do Estado de São Paulo podem aderir ao regime. É que a cláusula do REPIS consta apenas na norma coletiva aplicável aos comerciários do interior.

Lembramos que esta declaração destina-se apenas às empresas contribuintes do Sincomercio Rio Preto. Mais informações pelo fone (17) 3211-4141


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Sincomercio Rio Preto sedia reunião Coordenadoria Norte

Acontece hoje no Hotel Nacional Plazza In , de São José do Rio Preto,  a reunião com representantes do setor patronal do comércio da região se encontram para um debate preocupante sobre o setor de empregos no segmento. Para se ter uma ideia, o mercado de trabalho celetista do comércio varejista de São José do Rio Preto perdeu 1.003 vagas em 2016. Ressalta-se que dezembro do ano passado registrou saldo negativo (quando há mais desligamento do que admissões) de 140 postos de trabalho com carteira assinada.

A perda de vagas em 2016 foi praticamente 32 vezes maior do que a verificada nos 12 meses de 2015. Naquele ano, houve a extinção de apenas 30 vínculos trabalhistas formais no varejo do município.

Os dados fechados do ano no município provêm do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), órgão do Ministério do Trabalho.

 

Atividades

Em 2015, houve retração do mercado de trabalho em sete atividades do setor, com destaque negativo para os saldos das Lojas de Vestuário, Tecido e Calçados (-275 vagas) e das Lojas de Eletrodomésticos e Eletrônicos (-200 vagas). Por outro lado, dos setores varejistas consolidados, houve aumento da mão de obra das Farmácias e Perfumarias (+42 vagas) e crescimento do estoque dos Supermercados (+808 vagas). No fim daquele período, o estoque ativo ficou em 31.156 trabalhadores no varejo local.

 

Já em 2016, a perda de 1.003 vagas só não atingiu as Lojas de Eletrodomésticos, Eletrônicos e Departamentos (+3 vagas). A atividade que liderou em número de vagas o desempenho negativo do varejo foi a de Vestuário, Tecidos e Calçados (-385 vagas). Com esses dados, atualmente o estoque ativo do varejo local é formado por 30.153 celetistas.

 

O desempenho do mercado de trabalho do varejo de São José do Rio Preto repete o visto no âmbito estadual, com dois anos de perda de vagas, mas difere nas tendências destes períodos. Enquanto no Estado de São Paulo a perda de vagas em 2016 foi mais amena do que no ano anterior, no varejo rio-pretense houve grande aumento do saldo negativo. Tal realidade se justifica pelo fato de que o emprego formal demorou mais para demonstrar retração na esfera municipal, ficando a crise praticamente concentrada no ano de 2016 e sendo difundida em quase todas as atividades avaliadas. Já em São Paulo, houve distribuição dos fechamentos nos dois anos.

 

Para 2017, espera-se menores saldos, sendo eles positivos ou não, tanto no comércio varejista paulista quanto na cidade de São José do Rio Preto. Essa estabilidade projetada deve se dar em um primeiro semestre ainda muito negativo, com compensação nos últimos seis meses do ano. Boa


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SBT grava entrevista com presidente do Sincomercio Rio Preto

Na manhã desta segunda-feira (13) o presidente do Sincomercio, Ricardo Eladio Arroyo participou de entrevista ao vivo para o SBT, sobre o tema Revitalização do comércio central, parte de uma reportagem especial da emissora que fala do aniversário da cidade, a ser comemorado dia 19 de março.

 

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Estudo aponta queda nas vagas de emprego formal no varejo rio-pretense

São José do Rio Preto, 09 de março – No próximo dia 15 (quarta-feira), o Sindicato do Comércio Varejista de São José do Rio Preto (Sincomercio) ficará à disposição da imprensa para apresentar e comentar um estudo sobre o emprego no varejo da cidade, que compara dados dos últimos dois anos.

Produzido pela assessoria econômica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o material indica diminuição dos postos de trabalho com carteira assinada em 2016 na comparação com 2015, com exceção de uma única atividade do comércio varejista.

O atendimento aos jornalistas ocorrerá no Hotel Nacional Plaza Inn (Rua Professor Carlos Ibanhez, 35, São José do Rio Preto), das 13h30 às 14h, imediatamente antes da reunião mensal da Coordenadoria Sindical Norte. Estarão disponíveis o presidente do Sincomercio de São José do Rio Preto, Ricardo Eládio Di Lorenzo Arroyo, e dois economistas da FecomercioSP. Eles poderão detalhar os dados e projetar cenários para os próximos meses.

Para o diretor executivo do Sincomercio Rio Preto, Ricardo Ismael, é de extrema importância que todos estejam inteirados sobre estes dados e fatos , já que o assunto em questão trata diretamente sobre fatores que refletem na economia da cidade.

O estudo ajuda a traçar um panorama da evolução das admissões e dos desligamentos na cidade desde 2015, bem como sinaliza quais atividades do comércio varejista estão mais sensíveis.

O SINCOMERCIO RIO PRETO - Sindicato do Comércio Varejista de São José do Rio Preto foi fundado em 15 de agosto de 1942 para fortalecer o comércio rio-pretense, buscando alternativas para difundir ações empresariais, atrair consumidores, e ainda  apoiar e esclarecer aos associados sobre novas leis, direitos e deveres sociais e tributários.

Mais informações: Assessoria de imprensa Sincomercio Rio Preto

Fabrício Mendes   Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

(17) 3211-4141 ou 99777-3709.


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SINCOMERCIO RIO PRETO TRAZ BOA NOTÍCIA A EMPRESÁRIOS

Fique Sabendo - O Sincomercio Rio Preto traz uma excelente notícia para seus associados e amigos empresários: A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) realizou parceria com o SEBRAE ( Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) outorgando a entidade a solução gratuita de emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT- e). A partir de julho deste ano, o Sebrae vai disponibilizar as versões do aplicativo para as empresas. Até lá as informações continua, a ser mantidas pelo Sefaz- Sp.


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SINCOMERCIO RIO PRETO DIVULGA PESQUISA SOBRE EMPREGOS

No mês de dezembro de 2016 o comércio de São José do Rio Preto fechou 140 postos de trabalhos formais, de um total de 1079 admissões contra 1219 desligamentos. Foram 1003 vagas fechadas no ano. Foram 13.384 contratações, contra 14.387 demissões.De acordo com a entidade, a cidade encerrou o ano passado com 30.153 trabalhadores ativos. A maioria no setor de supermercados com 7.818 trabalhadores ativos. O setor de concessionárias de veículos teve um corte de 23 postos de trabalho.Pesquisa aponta que 8 dos 9 segmentos analisados acumularam desempenho negativo no encerramento de suas atividades neste período.Somente o setor de Eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamentos tiveram saldo positivo, com contratações na cidade.Os setores pesquisados foram:Autopeças e acessórios, Concessionárias de veículos, farmácia e perfumaria, eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos, Materiais de construção, lojas de móveis e decorações, lojas de vestuário, tecidos e calçados e supermercados.


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Sincomercio Rio Preto participa de lançamento de Livro em São Paulo

O presidente do Sincomercio Rio Preto, Ricardo Eladio Arroyo participou na tarde desta segunda-feira da palestra e o lançamento do livro de um dos grandes nomes da economia nacional, Ricardo Amorim. Ele falou para representantes do comércio de São Paulo sobre as tendências econômicas para o futuro, cuja análise é muito importante para retomada do mercado interno e externo. Na obra " Depois da Tempestade" , com prefácio do premiado publicitário Nizan Guanaes, Amorim analisa os anos Dilma, do governo do PT, de como o Brasil mergulhou em uma das mais profundas crises de sua história.


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Sincomercio Rio Preto participa de reunião com ministro do Trabalho e estabelece canal de parceria para renovação trabalhista

São José do Rio Preto, 01 de Julho de 2016 – O SINCOMERCIO – Sindicato do Comércio Varejista de São José do Rio Preto esteve representado na última segunda-feira (27), por Ivo Dall'Acqua Junior, vice-presidente da FecomercioSP, que esteve reunido com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB). Ele tem buscado se aproximar de entidades sindicais para promover a futura renovação trabalhista no País.

Na ocasião, o ministro apontou que, entre as prioridades de sua gestão, estão o combate ao trabalho infantil, ao desemprego e à informalidade. A promoção de políticas públicas de proteção ao trabalho, a regulamentação de contratos de serviços especializados, a busca por novas formas de jornada que atendam às peculiaridades de cada atividade e a eficácia jurídica na convenção coletiva também figuram entre as principais demandas da pasta.

"O novo governo irá trabalhar com base no marco regulatório e na atividade sindical, estabelecendo regras e fortalecendo os princípios da transparência e da fiscalização", esclareceu Nogueira.

O presidente do Sincomercio Rio Preto, Ricardo Eladio Arroyo enfatiza o trabalho incessante da entidade para levar informações que capacitem as empresas a tomarem as melhores decisões nos negócios: “ Estamos sempre participando das negociações para a melhoria das relações trabalhistas no país”, conclui Arroyo.

Com essa reunião, o Sincomercio Rio Preto visa abrir um canal de comunicação bilateral com o Ministério do Trabalho e, em julho, apresentará proposta com sugestões para soluções de gargalos na relação sindical.

Sobre o SINCOMERCIO RIO PRETO – O Sindicato do Comércio Varejista de São José do Rio Preto foi fundado em 15 de agosto de 1942 para fortalecer o comércio rio-pretense. Busca fomentar negócios e alternativas para valorizar as empresas locais e regionais, a fim de atrair consumidores, esclarecer associados sobre novas leis, direitos e deveres sociais e tributaristas.

Mais informações:
Assessoria de imprensa Sincomercio Rio Preto
Fabrício Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. - (17) 3211-4141 ou 99777-3709




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